Bicicletas – BTT

Atenção: toda esta árvore de páginas encontra-se em construção.

Hoje em dia a quantidade de peças que compõe uma bicicleta de montanha ou como é  mais conhecida BTT, pode parecer algo confuso e despropositado para quem entra neste mundo. Por outro lado talvez não seja a quantidade mas os seus nomes.
Vou tentar criar e ir actualizando uma lista do material necessário para a montagem de uma bicicleta de BTT.

Quadro – A técnica e a competição trouxeram estes componentes de bicicleta do aço para o alumínio, fibra de carbono e titânio. Não que o aço já não se use. Muito pelo contrário, existem verdadeiros movimentos de fans desse  material que tão bem se comporta no que a pancadas diz respeito. Não podemos avaliar somente o peso e resistência de cada material/quadro: diferentes materiais comportam-se de maneiras diferentes quando passamos por cima daquelas raizes mais salientes.

Suspensão / Forqueta – Com vários cursos adaptam-se ao tipo de condução de cada um. Bicicletas de downhill usam cursos elevados acima de 160mm para suportar caminhos acidentados e descidas rápidas. Bicicletas de maratonas usam suspensões entre 100 e 130mm para não comprometer demasiado a pedalada.

Transmissão – Aqui entram vários componentes em jogo: o conjunto pedais – braços – pratos – eixo pedaleiro – desviador da frente é ligado ao conjunto cassete – desviador traseiro para impulsionar a bicicleta. Hoje a maior parte dos ciclistas usa pedais de encaixe pela força extra e segurança que proporcionam. Para um iniciante o argumento da segurança pode não ser muito convincente pois é precisa uma certa adaptação.

Espigão de Selim – Feitos em diversos materiais à semelhança dos quadros.  A oferta é muita e a bolsa de cada um é quem mais ordena. Cuidado ao comprar pois é preciso que a medida seja a correcta para o teu quadro. Existem ainda espigões telescópicos accionados por um manipulo no guiador.

Guiador – Rectos, elevados, sobre-elevados, mais largos, mais estreitos, além do estilo que cada um pratica entra em jogo a preferência pessoal. Por exemplo um guiador sobre-elevado numa bicicleta dedicada à competição não tem lá muita lógica. São mais indicados para “andar aos pinotes”. Os materiais mais utilizados são o alumínio e fibra de carbono. Mais uma vez cuidado com as medidas.

Rodas – Também estas compostas por três peças fundamentais: aros, cubos e raios. E é claro, pneus.

Selim – Talvez o componente mais complicado de aconselhar a alguém. Nada com experimentar. O que serve para mim pode não servir para ti pois temos corpos diferentes.

Travões – Ainda há quem prefira travões de calço e sinceramente não tenho nada contra isso. A maior parte das bicicletas de BTT estão equipadas com travões de disco. Atenção: muitas vezes mais vale um bom conjunto vbrake (calços) do que travões de disco mecânicos baratos. A colocar travões de disco, optar por hidráulicos. Existe mais que um sistema de fixação do rotor, que vou explicar mais tarde. Rotor esse que quanto maior for o seu diâmetro, maior é a potência de travagem.

Caixa de direcção – Este é capaz de ser o componente onde mais vezes erramos a comprar. É que as marcas fizeram umas malandrices e chamaram-nos de integrados, semi integrados e externos conforme o seu tipo.

Avanço – Peça que liga o tubo da suspensão ao guiador. Existe em vários ângulos de inclinação e comprimentos. Há quem os inverta para conseguir uma posição de condução mais racing.

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